
De virtualíssimo rebaixado para a Série B em 2010, o time de repente, assim, do nada, resolveu jogar o que não havia jogado o ano inteiro. E jogando bola, e bem, começou a ganhar.
De um, de dois, de três... Começou e não parou mais.
Venha quem vier, seja o líder do campeonato ou o detentor de melhor campanha no returno, a máquina tricolor vai atropelando um a um.
Já são mais de uma dúzia de partidas nesse embalo alucinante, insano, quase que inacreditável, construído à base de gols nos acréscimos e viradas heroicas.
Vitórias capazes de erguer da cama o mais moribundo dos enfermos, diria um certo tricolor e dramaturgo, que "brincava" de escrever sobre futebol.
Vitórias, acima de tudo, alçadas sob a magia de uma torcida que comparece, apoia, acredita, incentiva e parece, por telepatia, transmitir aos jogadores em campo uma força sobrenatural (de Almeida?). Daí a coisa das ciências ocultas que alguém um dia ainda haverá de explicar...
É impossível afirmar agora, neste momento, se o Fluminense cairá, se permanecerá, se ganhará ou não a Sulamericana.
À parte o desfecho dessa saga homérica digna das lendas mitológicas do mundo do futebol, o tricolor protagoniza um enredo capaz de comover até mesmo alguns rivais rubro-negros, que já andam emotivos com os sonhos da conquista de um certo Brasileirão...
Nenhum comentário:
Postar um comentário